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Como oferecer um serviço eficiente de compras aos associados por meio de um sistema de atacado?



Quem fez?

A Rede Mais nasceu de uma bem-sucedida experiência de associativismo no Rio Grande do Norte. Pioneira no setor de supermercados no Estado, a Rede foi fundada em 1997, como uma central de compras. Em 2001, a denominação mudou para Rede Mais e o foco passou a ser o fortalecimento do grupo, com unificação da bandeira e investimento de marketing, comercial e recursos humanos para fixação da marca. A rede dispõe de um Escritório Central, organizado para atender aos 21 pontos de venda.


Qual era o desafio?

Em 2007 a rede inaugurou a Rede Mais Logística, a fim de melhorar o recebimento e distribuição de mercadorias vindas dos fornecedores. O departamento comercial do Escritório Central da Rede realizava as compras junto aos fornecedores com base nos pedidos de cada loja. O fornecedor faturava loja a loja e enviava os produtos à rede com as 21 notas fiscais, referentes às 21 unidades. Esse modelo de negócio não era satisfatório para as indústrias, surgindo um problema: como comprar produtos de revenda em condições comerciais de competitividade?


O que foi feito?

Diante dessa problemática, a rede implantou uma Central de Distribuição, no formato de atacado. Esse modelo consiste em comprar em grande quantidade junto ao fornecedor em uma nota fiscal única e faturar os produtos às unidades da rede, no formato cash and carry. O primeiro desafio foi abrir a empresa e realizar o projeto piloto. "Começamos com as indústrias com que tínhamos mais problemas logísticos, que não conseguiam nos abastecer e não tínhamos competitividade comercial, por não fazermos bons negócios". A experiência foi um sucesso e o novo formato foi oficializado. Esse novo modelo permite à rede movimentar um volume considerável de 9 a 10 mil toneladas de carga/mês, faturando em média um valor de R$ 8 milhões mensal na Central de Distribuição.


Qual foi o resultado?

A indústria passou a valorizar o modelo de negócio da Rede Mais, diminuindo as rupturas de fornecimento nas lojas. A rede passou a ter competitividade pelo volume comprado e poder de barganha de preço. Também conseguiu incentivo financeiro por parte da indústria e evolução nos contratos logísticos. O associado não precisa mais se abastecer pelo sistema cash and carry em atacados concorrentes, fazendo o abastecimento da sua loja dentro da própria Central de Distribuição da rede.



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